Por décadas, a dimensão humana das cidades tem sido negligenciada, ou progressivamente eliminada do planejamento urbano, para que outras questões ganhassem mais peso, como a acomodação do aumento vertiginoso de veículos automotores e seu tráfego intensificado, opção que tem gerado inúmeras externalidades. Essa realidade tem sido muito influenciada por ideologias dominantes que têm o automóvel como símbolo máximo da modernidade. Inúmeras estratégias têm surgido para reverter estse cenário e criar cidades para pessoas, dentre elas podemos elencar: