O mito da Atenas Brasileira foi incorporado pela elite do século XIX, a partir da existência de uma classe dominante abastada, proprietária de estabelecimentos comerciais, escravos, terras e agroexportação de algodão, açúcar, além das fábricas. Foi essa opulência econômico-comercial, respaldada na exportação de produtos, sobretudo agrícolas, que norteou a convicção de “sociedade de letrados”, que predominou, na província, ao longo do século XIX.
BOTELHO, Joan. Conhecendo e debatendo a História do Maranhão. 3.ed. São Luís: Gráfica e Editora Impacto, 2019.
A que se refere esse imaginário que produziu uma construção identitária da cidade de São Luís como a Atenas Brasileira?