Com relação ao transplante alogênico de medula óssea, é correto afirmar que
a fibrose instersticial pulmonar ocorre em 90% dos casos de infecção pulmonar por citomegalovírus.
antecedente de transplante hepático é fator protetor para o desenvolvimento de doença veno-oclusiva.
pneumonia por Pneumocistis jiroveci (P. carinii) pode ocorrer mais de um ano após o procedimento.
raramente as infecções fúngicas são decorrentes de patógenos contaminantes da pele, trato gastrintestinal ou pulmão.
não há evidências de aumento da frequência de segunda neoplasia em pacientes submetidos a transplante de medula óssea.
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