A cirurgia reconstrutiva bucomaxilofacial
enfrenta o desafio da regeneração óssea em defeitos
extensos, envolvendo escolha criteriosa entre enxertos
autógenos, alógenos, xenógenos e substitutos
sintéticos. Estudos recentes (Jensen & Terheyden,
2019; Buser et al., 2021) apontam que a previsibilidade
clínica depende tanto das propriedades
osteocondutoras, osteoindutoras e osteogênicas
quanto da vascularização local e do controle
imunológico. Assinale a proposição mais consistente: