A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
É indiscutível que Monteiro Lobato SER o autor maior da literatura infantil brasileira. Sou, como todo mundo, apaixonada por seus livros. Não acho que eles DEVER ser banidos das escolas. , ao mesmo tempo, não posso deixar de compreender quem se incomoda em ouvir, em sala de aula, termos como “negra beiçuda”, como várias vezes foi chamada a Tia Nastácia. Atribuir o incômodo apenas a um excesso de sensibilidade de quem reclama talvez SER falta de sensibilidade de quem vê, nesse fenômeno, apenas o lado do autor e do texto. Tem o leitor também. , os leitores, que LER o texto de Lobato de infinitas maneiras, inclusive aquela em que não se gosta dos estereótipos. Desqualificar pura e simplesmente essa chave de leitura, acusando-a de simplista, SER o mesmo que desqualificar esse leitor.
Para expressar adequadamente as relações de sentido no texto, as lacunas existentes devem ser preenchidas, respectivamente, por: