[...] reconheceram não haver lesão e proclamaram a existência de uma disfunção. Surge, assim, a disfunção cerebral mínima (DCM) (Moyses, Collares, 1992), já que não conseguiam encontrar a lesão. A DCM tem diversas manifestações clínicas, tais como: hiperatividade, agressividade, distúrbio de aprendizagem, distúrbio de linguagem, falta de coordenação motora, déficit de concentração, instabilidade de humor, baixa tolerância a frustrações e outras menos comuns, não existindo um número mínimo de sintomas para diagnosticar sua existência.
Fontes, 2006.
A disfunção cerebral mínima foi, a partir dos anos 1960, considerada como a causa dos problemas de aprendizagem e classificada, segundo o critério de