A mãe de uma criança de sete anos procurou ajuda da Defensoria Pública do estado para conseguir a avaliação e o acompanhamento psicológico de seu filho. De acordo com o seu relato, a professora da escola a chamou para conversar sobre as dificuldades de aprendizagem do filho. Segundo ela, a criança apresentava muita dificuldade no processo de aprendizagem, além de não conseguir manter atenção, não se socializar com os colegas e ter um comportamento agitado – quando irritada, batia nas outras crianças. O defensor da instituição se prontificou a ajudá-la, considerando que uma avaliação psicológica contribuiria para que a escola cumprisse uma prerrogativa legal de ter um auxiliar em sala de aula, para ajudar essa criança no seu desenvolvimento.
Feita a avaliação psicológica, a partir das informações do caso, deve ser considerado como hipótese diagnóstica: