A divisão da sociedade em classes ou estratos, que
formam uma hierarquia de prestígio e poder, é uma
característica quase universal da estrutura social que, através
de toda a história, atraiu a atenção dos filósofos e teóricos
das sociedades. Mas somente com o desenvolvimento das
modernas ciências sociais foi submetida ao estudo e análise
críticos.
T. B. Bottomore. Introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara, 1987, p. 177 (com adaptações).
Para a teoria funcionalista da estratificação social, a desigualdade social é um recurso desenvolvido inconscientemente por meio do qual as sociedades garantem que posições mais importantes sejam preenchidas pelos mais qualificados.