Segundo Guerra (2014), desde a década de 1980,
o tratamento que o Estado brasileiro vem dando às expressões da “Questão Social”, transitam entre repressão e
assistencialismo, além da aparência heterogênea colocada
na formulação das políticas sociais. Esse processo produz
um movimento que se materializa nas intervenções profissionais dos/as assistentes sociais por duas determinações
complementares. São elas respectivamente: