Entre as características gerais do que Giulio Carlo Argan (1992) chamou de “Romantismo histórico” podemos citar, EXCETO:
O ‘belo romântico’ é eterno, objetivo, imutável e universal, similar ao pensamento vigente com relação ao ‘belo clássico’ (greco-romano).
Contraposição utilizada como uma alternativa dialética à racionalidade derrotada do Iluminismo, bem como à profunda e irrenunciável religiosidade da arte.
Intensificação do sentimento dramático da existência vivenciado num contexto de transformador de tecnologias e da produção econômica junto ao nascimento da tecnologia industrial e consequente transformação da finalidade da arte e de suas estruturas.
Retorno à ideia de arte como inspiração, como um estado reflexivo e de recolhimento.
Referência à arte cristã da Idade Média (principalmente Românica e Gótica), a partir de um pensamento de afirmação da autonomia da arte.
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