Durante o período colonial no Brasil, foi montado um regime de exploração econômica do Brasil que perdurou durante quase todo o período imperial, baseado na empresa comercial agroexportadora, na grande propriedade e na utilização do trabalho compulsório, principalmente dos escravos negros, trazidos da África para a América Portuguesa. A expressão em língua inglesa, plantation, sintetiza essa descrição. Tal expressão tornou-se clássica na historiografia brasileira a partir dos trabalhos de Caio Prado Jr. Há alguns anos, entretanto, a expressão plantation vem sendo criticada por historiadores como Francisco Carlos Teixeira da Silva e Ciro Flamarion Cardoso. A natureza da crítica que Francisco Carlos Teixeira da Silva dirige a essa perspectiva historiográfica inaugurada por Caio Prado Jr. é: