O manejo de cadáveres dentro dos laboratórios de morfofisiologia exigirá do manipulante alguns cuidados essenciais, especialmente quando associados aos riscos biológicos. Dentro das primeiras 48 horas pós-morte, o corpo humano torna-se o principal hospedeiro de doenças infecciosas. A avaliação do risco biológico deve ser efetuada para o manejo correto dos cadáveres. Porém, é necessário considerar os elementos que determinam a transmissão. Os cadáveres só representarão riscos em algumas situações que requerem precauções específicas, tais como mortes ocasionadas por cólera, por febre hemorrágica ou por quadros infecciosos. Observa-se, porém, que os agentes biológicos envolvidos no processo de putrefação natural não são patogênicos. Desta forma, diversos agentes biológicos podem determinar diversas doenças infecciosas, quando associadas ao manejo de cadáveres. Diante do exposto, quais as secreções que devem ser consideradas ao manipular os cadáveres nos primeiros dias postmortem: