De acordo com Knobloch (1998), o profissional que realiza o atendimento à crise debruça-se diariamente sobre situações que rompem o mundo representacional e esse profissional constitui-se como uma ponte entre o paciente e a realidade. Por esta razão, a postura do profissional deve ser baseada, fundamentalmente, na postura de suporte, ou seja, suportar essa condição seria afirmar a realidade do acontecimento da crise, no sentido de