Uma criança com uma doença diarreica aguda pode ter uma desidratação grave e apresentar-se clinicamente com um choque hipovolêmico que pode ser muito difícil de diferenciar do choque séptico frio com pressão arterial baixa. Ao realizar a ressuscitação volêmica dessa criança desidratada, alguns sinais ajudam a diferenciar entre a desidratação grave e choque frio com pressão arterial baixa.
Como varia, após expansão volêmica, o gradiente entre pressões arteriais sistólica x diastólica e a medida da pressão venosa central, respectivamente, comparando valores pré e pós-expansão?