Caso clínico referente a questão.
Paciente de 80 anos, sexo feminino, diabética, hipertensa e obesa, procura cardiologista de sua cidade para consulta de rotina. Refere estar sem queixas atuais. Nega dor torácica, dispnéia e palpitação. Refere não fazer uso adequado das medicações para a pressão e diabetes. Durante exame físico geral e especial observado (dados positivos): pressão arterial: 170/110mmhHg, FC= 88bpm, FR=22ip. Exame físico cardiovascular: ictus cordis não visível e palpável no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular, impulsivo 2+/4+. Sopro mesossistólico em foco aórtico irradiado para fúrcula e carótidas, rude, de intensidade 2+/4+. Realizado ecocardiograma compatível com hipertrofia concêntrica moderada do ventrículo esquerdo e velocidade de fluxo transvalvar aórtico de 4,11m/s, gradiente máximo de 67mmHg e médio de 47mmbHg. A área valvar aórtica estimada pela equação de continuidade é 0,75cm2.
A melhor conduta a ser tomada a seguir no caso acima de acordo com as diretrizes brasileiras de valvopatias é: