Para responder à questão.
Encaminhada pelo médico devido a introdução da insulina para o controle da glicemia, A.T., 68 anos, sexo feminino, portadora de diabete melito tipo 2 há 14 anos, compareceu à Unidade de Saúde da Família – USF, para consulta de enfermagem. Durante o atendimento, o enfermeiro foi informado pela filha da usuária que a dieta estava sendo seguida conforme orientação recebida, mas estavam com dificuldades e dúvidas na administração da insulina em relação a sua conservação e aplicação. Ao realizar o exame dos pés da usuária, constatou perda de sensibilidade protetora dos pés, presença de dedos em martelo em ambos os pés e calosidade plantar e, face as alterações observadas, atribuiu o grau de risco 2 para a ocorrência de feridas. Finalizando a consulta, entre outros cuidados, o enfermeiro explicou as alterações identificadas ao exame dos pés, os cuidados a serem adotados e orientou a conservação adequada e cuidados a serem observados na aplicação da insulina.
Considerando as alterações observadas ao exame dos pés da usuária e a classificação de risco realizada pelo enfermeiro, o Ministério da Saúde recomenda o acompanhamento periódico por meio de novo exame dos pés a cada