A análise dos planos e políticas públicas de educação no
Brasil revela que esses instrumentos não são apenas
dispositivos técnicos de planejamento, mas arenas de
disputa em torno de prioridades, modelos de
financiamento e concepções de direito à educação.
Nesse sentido, a relação entre o Plano Nacional de
Educação (PNE), os planos subnacionais e as políticas
setoriais executivas expressa uma determinada lógica de
governança educacional e de cooperação federativa.
Considerando essa perspectiva, considera-se que os
planos educacionais: