Em relação à Epifisiólise Proximal do Fêmur (EPF) é CORRETO afirmar:
A classificação de Fahey e O’ Brien (1965) se divide em: agudo – queixas súbitas e diagnóstico antes de 03 semanas, crônico – sintomas gradativos e diagnóstico após 03 semanas do início do quadro e crônico agudizado – associação dos dois tipos descritos.
A etiologia da epifisiólise proximal do fêmur não está bem definida, porém a teoria hormonal é a menos aceita, pois a doença coincide com a fase da puberdade, com baixa descarga hormonal.
Geralmente os pacientes acometidos pela EPF são na maioria magros, apresentam marcha antálgica e podem apresentar o sinal de Trendelenburg.
Em caso de suspeita de EPF não há problema em o paciente deambular e a abordagem operatória deve ser agendada em caráter eletivo.
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