Sobre o processo de medicalização, Camargo Jr. (2010), afirma que:
O complexo médico-industrial (CMI) não tem participação alguma na lógica comercial que existe para a área da saúde.
Para os agentes do CMI, o conhecimento não é fundamental por não ter participação no consumo de bens e serviços e, consequentemente, na possibilidade de produzir lucros.
A participação dos médicos não influencia no lançamento de novas drogas, visto que o prestígio profissional não atua como agente de marketing.
Do ponto de vista de gestores e profissionais de saúde, a medicalização corresponde ao excesso indesejado de intervenções, trazendo ao mesmo tempo a possibilidade de desperdício de recursos e danos à população.
É sinônimo de imperialismo médico, por ser campo de atuação única deste profissional.
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