É repetitivo falar da globalização e das mudanças que causou no mundo, sobretudo nos meios de comunicação. Agora estamos conectados com tudo e todos! Uau! Somos uma grande aldeia global. Iphones, Whatsapp, facebook, o mundo on line 24 horas nos acompanhando, o GPS nos situando, fotografias em tempo real. E, para a maioria das pessoas, falta aquele abraço caloroso, cantado outrora por Gilberto Gil.
A humanidade caminha sozinha, nos seus contatos digitais, que não preenchem nada mais do que o tempo dos olhos atentos que buscam um chamado, um contato, um clique. Ansiosos, abrem o Facebook em busca de algo que chame atenção, uma curtida, um compartilhamento. E não têm, ao lado, ninguém para curtir e para compartilhar, realmente, o que falta ? Basta um blackout! No minuto seguinte, um silêncio ensurdecedor, de repente, todos se deitam sob a alegação de que não há nada para se fazer. “Tem sim, vem cá, me dá um abraço, um beijo, vamos conversar, como vai você? O que tem feito da tua vida? Quais teus projetos? Lembra-se de mim, somos amigos, parentes, sou tua mãe, sou teu pai, sabia? Vamos ficar um pouco juntos, pode ser?”.
A ocupação mental não apaga a necessidade de afeto do ser humano. Essa é primordial, nasce conosco. A razão dos consultórios psicológicos e psiquiátricos lotados é justamente essa falta de afeto. Muitos pais dizem amar os filhos em ações, pagando escola, roupas, calçados, alimentação, entre outras coisas. Sim, isso é amor no sentido de suprir as necessidades básicas. No entanto não substitui a necessidade de afetos carinhosos de intimidade, compreensão, tolerância e proximidade.
A solidão em família é uma triste realidade nos lares. O isolamento, o famoso “cada um na sua”, “cada um no seu quadrado”, é um fato que não podemos ignorar. Tanto progresso nos meios de comunicação e os pais não conhecem seus filhos. Tanta tecnologia e marido e mulher não têm mais intimidade. Tantas redes sociais e os amigos não mais se encontram. Tanta gente digitando e alguém morrendo de solidão ao seu lado. É importante romper esse cordão de isolamento, sair um pouco desse mundo mecânico e virtual e partir para o abraço. Não tem amigos reais, de carne e osso? Construiu muros e não pontes? Ainda dá tempo.
VOLPI, Guto. A dança da solidão na sociedade High Tech. Disponível em: <http://casodepolitica.com.br/arquivos/8448>. Acesso em: 3 mar. 2016.
“A ocupação mental não apaga a necessidade de afeto do ser humano. Essa é primordial, nasce conosco.”
A palavra em negrito tem o mesmo sentido que
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