Homem, 32 anos, previamente hígido e sem comorbidades, foi vítima de ferimento por arma de fogo em região craniana, sendo internado na Unidade de Terapia Intensiva onde evoluiu com suspeita de morte encefálica. Após confirmação da hipótese diagnóstica de acordo com os aspectos legais vigentes, a família, ao ser abordada, autorizou a doação de órgãos e tecidos para transplante, mas antes da equipe de captação de órgãos chegar, o referido paciente evoluiu com parada cardiorrespiratória em assistolia. Diante desse caso, é correto afirmar que