Um meteorologista trabalha em uma usina nucleoelétrica que
necessita monitorar a dispersão de poluentes radioativos. Ele
precisa modelar a turbulência e a dispersão vertical na camada
limite adequadamente, mas não sabe o valor da velocidade de
fricção (u*) sob condições de neutralidade atmosférica para o local
de interesse. Na torre anemométrica principal da usina, os
sensores foram instalados inicialmente nos dois níveis obrigatórios
determinados na Norma CNEN NN 1.22. Em um dia com condições
atmosféricas neutras, o meteorologista fez as seguintes medições:
velocidade do vento no nível mais próximo da superfície (z1): 6,2
m/s; e velocidade do vento no nível mais acima conforme Norma
CNEN NN 1.22 (z2): 9,8 m/s. O meteorologista, sem acesso a uma
calculadora e precisando de uma estimativa, lembrou-se da lei do
perfil logarítmico do vento para condições neutras: U(z) =
Ele assumiu que a constante de von Kármán (k) é 0,4, mas não arriscou estimar o valor do comprimento de rugosidade
(z0) por tabelas.
Diante das considerações e assumindo que o logaritmo neperiano de 6 é aproximadamente 1,8, realize as operações algébricas necessárias e assinale a opção que mais se aproxima do cálculo da velocidade de fricção estimada pelo meteorologista.
Diante das considerações e assumindo que o logaritmo neperiano de 6 é aproximadamente 1,8, realize as operações algébricas necessárias e assinale a opção que mais se aproxima do cálculo da velocidade de fricção estimada pelo meteorologista.