
Nos últimos anos, em decorrência dos avanços da microeletrônica, cada vez mais produtos de automação industrial têm sido lançados no mercado com o rótulo de inteligentes. Entre esses equipamentos, estão os chamados transmissores inteligentes. Como exemplo, a figura acima mostra o diagrama de blocos do transmissor inteligente de temperatura TT411, produzido pela empresa SmarResearch. Nesse equipamento, todas as conexões a sensores de temperatura, como termopares e RDTs, devem ser feitas por meio de quatro parafusos ligados à placa de entrada. Curvas de caracterização dos sensores podem ser armazenadas na memória e serem usadas para processamento digital das medições de tensão ou resistência, feitas nos terminais dos sensores.
A ligação do aparelho a uma rede de 4-20 mA é feita por meio de dois parafusos da placa principal. Um modem BELL 202 emprega modulação FSK para a troca de dados digitais pelo barramento de 4-20 mA, sem afetar a informação analógica provida pelo transmissor. A alimentação do transmissor é proporcionada também pelo barramento de 4-20 mA. Portanto, pelo referido barramento, o transmissor TT411 retira a sua alimentação, transmite informações analógicas e se comunica de forma digital com outros equipamentos. O TT411 pode, por exemplo, ter seus parâmetros programados a distância e ao mesmo tempo acionar atuadores analógicos.
Diante dessas informações e da figura acima, julgue o item a seguir.
Suponha que, para a medição de temperatura de um forno com o TT411, o único sensor de que um engenheiro dispõe para ser usado é um termopar do tipo J. Nessa situação, o projeto não poderá ser realizado, pois o equipamento disponível não é dotado internamente dos meios necessários para a compensação da junção fria.
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