Para responder à questão, leia o caso a seguir.
L.O.A., 33 anos, GIII PII (1C1N) A0, DUM: 05.06.2022, sem MAC (método anticoncepcional), ciclos menstruais irregulares, deu entrada no PSO com queixa de dor abdominal intensa, de início súbito. Nega febre. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada ++/4+, estável hemodinamicamente. Abdome: DB (dor à descompressão brusca) positiva, dor à palpação profunda de fossa ilíaca esquerda e em hipogástrio. Giordano negativo. Murphy negativo. Especular: sangramento vermelho escuro em pequena quantidade em conduto vaginal. Toque vaginal bimanual: colo impérvio, doloroso a mobilização, fundo uterino intrapélvico. Anexos de difícil avaliação devido a dor da paciente.
Considere que a imaginologia tenha demonstrado: útero medindo 9,5 x 5,6 x 5,8 cm, endométrio espessado homogêneo de 19 mm. Em região para-mediana E, observa-se imagem heterogênea com halo hiperecogênico e formação cística em seu interior, medindo 6,5 x 4,7 cm, sem fluxo ao doppler. Presença de grande quantidade de líquido livre em cavidade pélvica. 29.
Nesse caso, qual a conduta mais adequada?