“A expressividade não deve ser confundida com ênfase oratória. A regra geral em rádio é que, mesmo sendo ouvido por milhares, não falamos para uma multidão nem para uma massa, devemos falar sempre como se nós nos dirigíssemos a uma pessoa só. (…) Os textos devem ser lidos sem parecer que são escritos; devemos dar a impressão de que estamos conversando (…) Não devemos ficar solenes nem fazer discursos.”
(Mario Kaplún. “Produção de programas de rádio – do rádio à direção”)
O texto refere-se à seguinte característica para a locução em rádio: