Os escravizados de propriedade de particulares só seriam incorporados ao Exército se seus proprietários se dispusessem a vendê-los. Em um contexto no qual os proprietários sofriam o impacto do fim do tráfico negreiro, poucos pareciam dispostos a fazê-lo.
(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil império, 2019. Adaptado.)
A participação de escravizados nas tropas brasileiras que lutaram na Guerra do Paraguai