Mulher de 67 anos, tabagista, em acompanhamento crônico por hipertensão arterial, diabetes mellitus
e dislipidemia, é internada em unidade fechada com quadro de síndrome coronariana com supra de ST
na parede ântero-septal, tendo a mesma se iniciado há cerca de 15 horas. Em razão do delta T longo, da
ausência de dor e da manutenção de estabilidade hemodinâmica no momento da admissão na unidade,
a paciente não foi submetida a terapia para abertura da artéria ocluída. Na manhã seguinte, a paciente
apresenta severa deterioração hemodinâmica, com choque cardiogênico e congestão pulmonar aguda.
Ao exame do precórdio, é observada a presença de um sopro sistólico intenso, que não estava presente à
admissão.
A complicação mecânica do infarto sofrida pela paciente foi:
A complicação mecânica do infarto sofrida pela paciente foi: