Atente-se para o seguinte trecho:
"Todos os objetos que chamam a atenção do geógrafo
não estão na mesma escala. A paisagem revela os
objetos próximos, os pomares onde se podem contar as
árvores, as vinhas onde se descobrem as cepas e a
maneira como estão alinhadas. Ela oferece também
perspectivas mais amplas. Quando se caminha numa
zona plana, são as colinas ou as montanhas que a
dominam que se descobrem ao longe: não é questão de
se deter sobre as plantas uma a uma, de distinguir as
espécies. O olhar só distingue massas coloridas; essas
se tornam azuladas quando a distância aumenta.
Quando se sobe num cume, a vista se abre, a disposição
em camadas dos planos torna-se mais complexa.
Analisar uma paisagem é, pois, apreender o real em
diversas escalas".
(Adaptado de: CLAVAL, Paul. Epistemologia da Geografia. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2014. p. 65.)
A citação anterior reflete sobre o papel da escala na análise geográfica. O papel essencial da mudança de escala na interpretação da paisagem, conforme o trecho, é:
(Adaptado de: CLAVAL, Paul. Epistemologia da Geografia. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2014. p. 65.)
A citação anterior reflete sobre o papel da escala na análise geográfica. O papel essencial da mudança de escala na interpretação da paisagem, conforme o trecho, é: