A associação de servidores públicos propôs ação coletiva com o objetivo de compelir o município a conceder
aos seus representados o direito à licença-paternidade,
no prazo de vinte dias, como previsto na legislação
federal, bem como licença-maternidade, em igual
período, para casais homoafetivos formados por servidoras públicas. Argumenta a entidade que a lei municipal
em vigor, responsável por conceder apenas cinco dias
de licença paternidade, ofende o princípio da dignidade
da pessoa humana e da isonomia, argumentos também
aplicáveis para a interpretação dada, pela Administração
municipal, à concessão de licença-maternidade a apenas uma das agentes públicas, no cenário apresentado.
Com base na situação hipotética e na jurisprudência
do Supremo Tribunal Federal (STF), o(a) procurador(a)
do município responsável pela elaboração da peça de
defesa deve argumentar corretamente que