Ao considerarmos que a escola é um espaço de disputas
de sentidos e de reconhecimento de subjetividades
historicamente silenciadas, compreendemos que a
construção de práticas pedagógicas voltadas à equidade
exige não apenas a aplicação de normativas legais, mas
o tensionamento de estruturas, discursos e saberes
excludentes. Nessa perspectiva, o papel do pedagogo
diante das políticas de inclusão e da diversidade implica: