Um fonoaudiólogo do serviço municipal de saúde recebeu Maria, uma professora de 46 anos que leciona no Ensino Fundamental há mais de 20 anos. Nos últimos meses, ela começou a sentir rouquidão persistente, sensação de bolo na garganta, fadiga vocal ao final do dia e falhas na voz durante as aulas. Preocupada com seu desgaste no trabalho, Maria procurou um otorrinolaringologista e realizou uma videolaringoscopia, a qual revelou presença de nódulos vocais. De acordo com um estudo recente da Faculdade de Medicina da UFMG (2023), cerca de 33% dos professores no Brasil enfrentam limitações no trabalho devido a distúrbios vocais, evidenciando a alta prevalência desse problema na categoria. Depois de iniciado tratamento, Maria questionou o profissional, pois os sintomas e o ritmo de sua recuperação têm sido diferentes de uma colega que também recebeu diagnóstico de nódulos vocais, a qual iniciou tratamento na mesma época e já recebeu alta.
Fonte: Faculdade de Medicina da UFMG, 2023. Incidência de problemas vocais em professores no Brasil. Disponível em: https://www.medicina.ufmg.br/estudo-vozes-professores . Acesso em: 27 out. 2025.
Fonte: Faculdade de Medicina da UFMG, 2023. Incidência de problemas vocais em professores no Brasil. Disponível em: https://www.medicina.ufmg.br/estudo-vozes-professores . Acesso em: 27 out. 2025.