A relação entre sinalização, escrita e oralidade na tradução intermodal entre Libras e língua portuguesa desafia paradigmas tradicionais de textualidade, exigindo do tradutor-intérprete uma reconfiguração conceitual das categorias de linearidade, iconicidade e multimodalidade. Com base nas contribuições de Ong, Fiorin, Ladson-Billings e Cuxac, qual alternativa apresenta uma análise aprofundada das implicações desse fenômeno para os estudos tradutológicos?