Leia o caso a seguir.
Paciente de 58 anos, com hipertensão arterial diagnosticada há 10 anos, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica estágio 3A (TFG 50 mL/min), mantém níveis pressóricos persistentemente elevados (150/95 mmHg) em monitorização residencial, apesar do uso regular e em doses otimizadas de losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia.
Considerando as diretrizes brasileiras de hipertensão arterial 2025, o manejo adequado da hipertensão resistente é
Paciente de 58 anos, com hipertensão arterial diagnosticada há 10 anos, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica estágio 3A (TFG 50 mL/min), mantém níveis pressóricos persistentemente elevados (150/95 mmHg) em monitorização residencial, apesar do uso regular e em doses otimizadas de losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia.
Considerando as diretrizes brasileiras de hipertensão arterial 2025, o manejo adequado da hipertensão resistente é