Durante uma auditoria interna em uma estação de tratamento de
efluentes, o auditor observou que um vigia acompanhava
simultaneamente duas equipes que executavam limpeza em
tanques subterrâneos classificados como espaços confinados, sem
que o número de espaços monitorados prejudicasse o
desempenho de suas funções de vigia.
Os tanques estavam próximos e as atividades eram idênticas. O vigia permanecia em área central entre as duas entradas, assistido por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas implantado conforme a análise de risco e previsto no procedimento de segurança.
Apesar do uso de equipamentos eletrônicos, o vigia mantinha os espaços confinados sob seu campo visual, sem depender desses equipamentos para observar as entradas de acesso. Verificou-se que um dos tanques possuía apenas dois trabalhadores e o outro três trabalhadores no interior, alguns desses trabalhadores não eram visíveis através do acesso ao espaço confinado.
Com base na NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados, e considerando o contexto que a tarefa do vigia era assistida por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas, a atuação do vigia está
Os tanques estavam próximos e as atividades eram idênticas. O vigia permanecia em área central entre as duas entradas, assistido por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas implantado conforme a análise de risco e previsto no procedimento de segurança.
Apesar do uso de equipamentos eletrônicos, o vigia mantinha os espaços confinados sob seu campo visual, sem depender desses equipamentos para observar as entradas de acesso. Verificou-se que um dos tanques possuía apenas dois trabalhadores e o outro três trabalhadores no interior, alguns desses trabalhadores não eram visíveis através do acesso ao espaço confinado.
Com base na NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados, e considerando o contexto que a tarefa do vigia era assistida por sistema de vigilância e comunicação eletrônicas, a atuação do vigia está