Em uma investigação epidemiológica no Norte do Brasil, um médico-veterinário sanitarista analisa um surto caracterizado por febre aguda, cefaleia, mialgia intensa, fotofobia e vertigem. A doença apresenta rápida disseminação em áreas urbanas com proliferação de pequenos artrópodes hematófagos associados a matéria orgânica em decomposição. Exames laboratoriais descartaram dengue, zika, chikungunya e febre amarela, mas detectaram um Orthobunyavirus pertencente ao grupo Simbu, com ciclo envolvendo hospedeiros vertebrados (como preguiças) e vetores do gênero Culicoides.
O agravo descrito corresponde à: