Mulher de 64 anos, hipertensa e com síndrome metabólica, apresenta dor torácica típica aos esforços.
Exames realizados:
• ECG repouso: normal.
• Teste ergométrico: infradesnivelamento de ST em esforço moderado.
• Cintilografia de perfusão: defeito reversível leve em parede anterior.
• AngioTC coronária: coronárias sem placas obstrutivas.
• Cateterismo cardíaco subsequente: ausência de estenoses epicárdicas significativas.
Apesar disso, mantém dor torácica limitante durante atividades habituais.
Qual é o melhor próximo passo diagnóstico segundo as diretrizes mais atuais?
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