A técnica provisional é a preferencial para a maioria das intervenções percutâneas nas bifurcações coronárias. No entanto, o ensaio clínico DEFINITION II demonstrou melhores resultados, com taxa de falha menor no grupo de dois stents nos casos complexos (Medina 1,1,1 ou 0,1,1). São critérios de complexidade desse estudo:
I. Paciente com lesão de bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda (TCE) de 70% no ramo lateral com extensão de 5 mm e ângulo da bifurcação de 60º.
II. Paciente com lesão de bifurcação com estenose de 90% no ramo lateral e com extensão ≥10 mm associada a trombo e vaso principal com diâmetro <2,5 mm.
III. Paciente com lesão de bifurcação envolvendo lesão longa no vaso principal (≥25 mm), com lesão de 70% do ramo lateral e com ângulo ≤45 graus.
Quais estão corretos?