Em relação à prescrição farmacológica em cirurgia pediátrica, a prática indispensável para segurança do paciente deve ser:
Prescrever doses padronizadas sem considerar idade, peso ou condição clínica.
Substituir avaliação clínica por protocolos genéricos não validados.
Limitar atenção apenas à eficácia terapêutica, sem considerar efeitos adversos.
Implementar programas de rastreamento, vacinação, educação em saúde e acompanhamento clínico, integrados a protocolos epidemiológicos e assistenciais.
Evitar monitoramento farmacológico para reduzir tempo de atendimento.
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