No intervalo de trinta anos entre 1860 e 1890, a cultura e a civilização do indígena americano foram destruídas e é dessa época que vieram praticamente todos os grandes mitos do Oeste Americano — histórias de negociantes de peles, homens das montanhas, pilotos de vapores, mineiros, jogadores, pistoleiros, soldados da cavalaria, vaqueiros, prostitutas, missionários, professores e colonizadores. Só ocasionalmente foi ouvida a voz de um indígena e, muito frequentemente, não registrada pela pena de um homem branco.
(Dee Brown. Enterrem meu coração na curva do rio, 2003. Adaptado.)
Ao apresentar aspectos da conquista do Oeste dos Estados Unidos, o excerto ressalta