Celular antes dos 13 impacta saúde mental e pode afetar 1 em cada 3 jovens da próxima geração, diz estudo
Pesquisa mostra que quanto mais cedo o primeiro smartphone chega, piores são os indicadores de saúde mental, como autoestima, regulação emocional e resiliência
Desde os anos 2000, o celular se tornou praticamente um apêndice da infância. A promessa de conexão e entretenimento – tudo na palma da mão – veio acompanhada de riscos pouco visíveis, mas com impactos significativos. Um estudo recém- -publicado no Journal of Human Development and Capabilities aborda justamente o que mais está em jogo nessa história: a saúde mental. Uma das descobertas mais importantes do estudo é que, quanto mais jovem a geração, pior tende a ser o nível de saúde mental e bem-estar. Isso contrasta com o que se observava historicamente: uma curva em formato de U ao longo da vida, em que o bem-estar costumava cair na meia-idade, mas melhorava novamente com o tempo.
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/. Acesso em: julho de 2025.)
A problemática do uso de smartphones por crianças e adolescentes é uma questão que desperta a cooperação entre familiares, escolas, sociedade, empresas e Estado. Nesse sentido, são medidas para o enfrentamento dessa realidade: