Homem de 58 anos, com histórico de etilismo crônico e DPOC, encontra-se em UTI
por choque séptico secundário a pneumonia. Após antibióticos, expansão com 30 mL/kg de cristaloides
e uso de noradrenalina em doses crescentes (0,6 mcg/kg/min), mantém PAM de 60 mmHg, lactato
de 5,1 mmol/L e perfusão periférica ruim. Segundo as diretrizes atuais (Surviving Sepsis Campaign
2021) e literatura médica de referência, qual é a conduta mais adequada neste momento?