A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica caracterizada por níveis persistentemente
elevados da pressão arterial, geralmente definidos como valores iguais ou superiores a 140/90
mmHg em múltiplas aferições. Trata-se de um dos principais fatores de risco modificáveis para
eventos cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e
insuficiência cardíaca. A fisiopatologia envolve desequilíbrio entre os mecanismos de regulação do
tônus vascular, volume circulante e atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona, exigindo
abordagem terapêutica que combine mudanças no estilo de vida e, quando necessário, intervenção
farmacológica. A losartana potássica é um dos anti-hipertensivos mais utilizados no Brasil para
tratar tal condição. Com base em sua farmacodinâmica, ela atua: