Um paciente com 80 anos de idade e portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, em uma consulta de emergência, relata apresentar agravamento de sua dispneia há dois dias, associada a incremento da tosse com eliminação de secreção purulenta. O exame físico mostra um paciente afebril, lúcido e orientado no tempo e no espaço, com pressão arterial normal, frequência cardíaca de 110 bpm e frequência respiratória de 30 irpm. A ausculta respiratória revela redução global do murmúrio vesicular fisiológico, com ausência de ruídos adventícios. Observa-se hiperinsuflação, sem sinais de consolidação na radiografia do tórax e hemograma normal. A gasometria arterial apresenta os seguintes resultados: pH = 7,3; Paco2= 60 mmHg; Pao2= 50 mmHg e 30 mmol/L de bicarbonato.
A partir dessa situação hipotética, é correto inferir que as formas mais apropriadas de se lidar com a situação, inicialmente, incluem
I prescrever oxigênio úmido sob cateter.
II prescrever antimicrobiano.
III prescrever corticoide sistêmico.
IV prescrever broncodilatador.
V empregar o CPAP.
VI indicar entubação endotraqueal e ventilação mecânica.
Estão certos apenas os itens