No contexto da toxicologia forense, diferentes
matrizes biológicas apresentam potencialidades e
limitações específicas quanto à interpretação da exposição a substâncias químicas. A urina é amplamente
empregada em análises toxicológicas devido à facilidade de coleta e à elevada concentração de metabólitos, porém sua utilização impõe restrições importantes à reconstrução do evento toxicológico.
Nesse sentido, a principal limitação da urina como matriz biológica em investigações forenses está associada:
Nesse sentido, a principal limitação da urina como matriz biológica em investigações forenses está associada: