Luckesi (2010) critica a cultura do exame historicamente
consolidada nas escolas brasileiras, na qual a avaliação
serve predominantemente para aprovar ou reprovar,
gerando ansiedade, medo e exclusão, em vez de subsidiar
decisões pedagógicas orientadas para a aprendizagem de
todos. Ao utilizar os resultados de prova do 5º ano não para
lançar notas, mas para identificar quais conteúdos
precisavam ser retrabalhados com toda a turma, a
professora subvertia a lógica excludente do exame.
Segundo Luckesi, a função da avaliação que orienta essa
prática é a função: