Criança, 7 anos, dá entrada em um hospital apresentando dor abdominal, icterícia e anemia. Com um histórico de diversas internações em outros serviços de saúde com quadros semelhantes. Não há na família materna histórico de anemia, mãe não soube informar histórico paterno, sorologias negativas. Coombs direto negativo; DHL elevado: 1.051 U/L, hemograma: Hb 9,4; hematócrito: 26,4%; VCM 77,9; HCM 27,7; CHCM 35,6%; RDW 19,2%; TC de abdome e pelve: hepatoesplenomegalia e pequenas formações hiperatenuantes situadas no interior da vesícula biliar, sugerindo colelitíase. Curva de fragilidade osmótica: hemólise inicial: 0,75% (VR = 0,5%), 50% de hemólise: 0,52% (VR = 0,40 a 0,45%), hemólise final: 0,00% (VR = 0,3%), curva após 24 horas: hemólise inicial: 0,9% (VR = 0,70%), 50% de hemólise, 0,71% (VR = 0,45 a 0,59%), hemólise final: 0,00% (VR = 0,2%).
Tais achados são sugestivos de