Maria, diarista, acompanhada de seu filho de dois anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento (UPA), relatando que a criança apresentara febre durante a noite e estava tossindo muito. No setor de recepção da UPA, foi informada que seria atendida assim que possível, o que poderia demorar um pouco. Ao final de alguns minutos, foi atendida pela enfermeira, que ouviu as queixas relatadas pela mãe e avaliou o estado de saúde da criança. Finalizando o atendimento, a enfermeira orientou a mãe sobre o próximo atendimento, que poderia demorar um pouquinho e seria realizado pelo médico, e encaminhou Maria e seu filho para a sala de espera. Após cerca de trinta minutos, a criança foi chamada para a consulta médica.
O relato desse caso exemplifica uma situação de