No interior das práticas pedagógicas, a apropriação das teorias da aprendizagem não ocorre de forma isenta ou direta, mas exige leitura crítica de seus pressupostos antropológicos e didáticos. O sociointeracionismo vygotskyano, por exemplo, concebe a aprendizagem como processo socialmente mediado que reorganiza qualitativamente as funções mentais. Contudo, na transposição para o campo da didática, há simplificações conceituais que comprometem sua densidade teórica. Qual das alternativas expressa com mais rigor uma interpretação coerente e ao mesmo tempo exigente da perspectiva vygotskyana?