A Paralisia Cerebral (Encefalopatia Crônica Não
Progressiva) apresenta diversos quadros clínicos
dependendo da área cerebral afetada. Um paciente
apresenta diplegia espástica, com comprometimento
maior em membros inferiores, marcha em tesoura e
equino dinâmico. Qual é o recurso terapêutico mais
adequado para o manejo da espasticidade e melhora da
funcionalidade da marcha neste caso, visando inibição
de tônus e alinhamento biomecânico?