Acerca das formas de transmissão e manifestações clínicas da esporotricose, é correto afirmar:
Além dos gatos, o contato com ratos, coelhos, cavalos, pombas e peixes contaminados também pode ocasionar a transmissão.
Gatos inicialmente apresentam poucas manifestações clínicas e bom estado geral, sendo necessária a presença de lesões cutâneas e/ou comprometimento das mucosas para se determinar a possibilidade da doença.
Em cães com esporotricose, os principais sinais clínicos observados são a presença de salivação excessiva, sonolência e perda do apetite.
A transmissão da doença ocorre ao contato com o fungo por meio da inalação de gotículas de saliva e pela lambedura do animal contaminado.
A transmissão ocorre pelo contato entre fungo e mucosa ou pele com trauma causado por espinhos, palha ou lascas de madeira, ou por arranhadura ou mordedura de animais doentes (comumente, o gato).
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